Ainda lembro da vez, da primeira vez na verdade, que tomei a iniciativa de acabar um relacionamento que julgava esgotado e sem sentido. Pensei que seria simples, e que os motivos que iria expor seriam mais do que suficientes. Mas a verdade é que não dá para prever qual vai ser a reação da pessoa com quem vamos terminar.
Inicialmente o pensamento é um só, o de que tudo acabe sem lágrimas, cobranças, reclamações ou mesmo brigas prolongadas. A idéia principal é a de que tudo seja rápido e indolor, tanto para seu lado como para o outro. Lamentações ou a cobrança de promessas não cumpridas podem acabar com qualquer bom argumento.
Nessas ocasiões apelamos para qualquer tipo de conselho que possa ser útil, principalmente quando não temos a menor idéia do que fazer. Lembro que um dos conselhos foi bem interessante, e basicamente consistia em anular qualquer tipo de lembrança boa, focando unicamente nas más.
Manter seus pensamentos focados apenas em lembranças ruins é uma técnica que funciona bem, mas apenas no começo. Quando estamos frente a frente com a pessoa em questão é bem difícil continuar apenas com as más lembranças. Nesse momento os argumentos precisam ser bons não você, mas para a outra pessoa.
Atualmente usar o celular ou mesmo o computador está bem em moda, de forma que o contato com a pessoa é reduzido, e nesse caso as chances de sucesso aumentam consideravelmente. Muitos não consideram essa uma forma digna de acabar um relacionamento, e que o certo seria falar pessoalmente.
Não tenho preferência nem defendo qualquer que seja o meio para se terminar com alguém. Se olharmos bem, antes mesmo do advento dos celulares e da internet, muitos relacionamentos acabaram através de uma simples carta. No final a verdade é que não inventamos uma nova forma de acabar, apenas modernizamos uma já existente.
Existem certas coisas num relacionamento que acho que nunca vou entender bem como acontecem. Estava lendo um texto na internet, onde uma mulher relatava sobre sua vida afetiva e em um trecho ela dizia o seguinte: “Parece que o homem não sabe muito lidar com a paixão de uma mulher. Eles ficam assustados e a gente sem querer, mesmo segurando, uma hora ou outra demonstra que tá super na dele”.
Outra coisa interessante que ela escreveu foi a seguinte: “O fato é que eu percebo que precisamos ter aquela sensação de conquista todos os dias, como se a pessoa não estivesse inteiramente na nossa”. É como quando olhamos para uma garota e simplesmente não tiramos mais o olho dela. Ela passa a povoar todos os pensamentos, e nossa meta passa a ser a de desejar e conquistá-la para nós.
É uma sensação que cada um de nós já deve ter passado, como aquela ânsia de ver a pessoa todos os dias, de felicidade boba só de olhar um sorriso nos seus lábios. E aí me lembrei de biologia, mesmo não sendo biólogo, e me perdoem se houver algum erro, mas tentei entender todas essas sensações que nosso corpo experimenta quando estamos tentando conquistar alguém, ou simplesmente estamos no começo da relação, aquela fase maravilhosa onde tudo são coincidências e alegrias.
Pois é, em situações como essas mencionadas anteriormente, a biologia pode explicar alguns desses fatos. Nosso corpo secreta uma série substâncias que nos dão as chamadas sensações de prazer em bem estar. Então resolvi pesquisar e tentar entender um pouco essas reações, de paixão, de medo e conquista para quem sabe encontrar algumas explicações para o que essa menina escreveu nas duas passagens, e que realmente acontecem. Um exemplo:
Para atingir o orgasmo, o sistema nervoso envia ordens ao coração para que os batimentos cardíacos se acelerem. A adrenalina, é jogada no sangue e dilata as artérias, aumenta o fluxo sanguíneo nos músculos envolvidos nas atividades sexuais. Para uma melhor oxigenação do sangue, os pulmões aumentam o seu trabalho, e a respiração se torna curta e rápida. O suor aumenta, provavelmente para dissipar o calor acumulado do corpo.
E tem mais: A endorfina é produzida em resposta à atividade física, visando relaxar e dar prazer, despertando uma sensação de euforia e bem estar. Durante o orgasmo essa substância é liberada na corrente sanguínea, provocando uma intensa sensação de relaxamento no casal e alguns até adormecem após a relação. Sem falar em: Melhorar o estado de espírito (bom humor) e aumentar a disposição física e mental.
Será que esse é o grande mistério das relações homem e mulher quando recém iniciadas, essa contaminação química de substâncias secretadas pelo nosso organismo? Será que a diminuição ou a busca dessas substâncias e suas reações no nosso organismo respondem essas questões sobre paixão, medo e a necessidade da conquista? Será que somos viciados nessas sensações? Deixo essas perguntas no ar.

Existem aqueles dias em que a melhor coisa que você poderia fazer é continuar dormindo, e nem mesmo colocar os pés para fora de casa. Mas ninguém é vidente para saber o que vai acontecer, e as ciladas vão acontecendo uma atrás da outra. Em outros casos apenas uma parte do dia parece não ser uma boa opção, e quando insistimos em continuar com o planejado, quem sabe o que pode acontecer.
As situações podem ser as mais variadas, e tenho certeza que cada pessoa deve ter pelo menos uma dúzia de histórias como essa. E são aqueles tipos de situação que te fazem parar, e quando digo parar estou sendo literal, e se questionar sobre tudo o que está acontecendo. Paramos, começamos a associar, e ligar cada acontecimento, como aqueles joguinhos de ligar os pontos, e a palavra ALERTA aparece.
Imagino que existem aquelas pessoas que não acreditam nesse tipo de pensamento, e que nem mesmo pensam no assunto. Mas não sou uma dessas, e quando a QUIZUMBA começa a me rondar fico me perguntando o que ainda vou encontrar pela frente. E parece que nem adianta pensar positivo e dizer que foi apenas uma coincidência, você insiste em continuar a jornada e as ciladas vão aparecendo do nada.
Um exemplo pode acontecer quando saímos para uma noite, cuja idéia era apenas ir ao shopping, comprar uns presentes e quem sabe assistir a um bom filme no cinema, e tudo dá errado. E aí se iniciam os acontecimentos. No caminho seu carro é trancado, o que você iria comprar está em falta, a promoção do dia anterior já não existe mais e o filme que você tanto queria ver está com a sessão esgotada.
Mas nada de desanimar ou mesmo jogar a toalha e ir para casa. Aí nesse momento pensamos se o melhor não seria ir para um bar ou restaurante e beber e comer algo. É incrível a capacidade de pensar positivo quando tudo a nossa volta está dando errado, e o aviso de “vá para casa” é ignorado. Continuamos em frente, rejeitamos a idéia de desistir, o que seria o mais prudente, e viramos KAMIKASES do azar.
Então nada melhor do que ir naquele restaurante recém inaugurado, e que seria uma forma perfeita de acabar com a MARÉ de azar. Comida japonesa, que delícia, vai resolver tudo e alegrar o resto da noite, te fazendo esquecer de todo resto. No caminho chuva, e já no restaurante uma fila de espera por mesa, para depois encarar garçons que mais parecem ninjas pela forma como se vestem e passam por você sem te atender.
Uma conversinha com o gerente deve resolver, e um prato feito especialmente pelo sushiman é oferecido com a promessa de ser o fim do azar da noite. Não sou um entendido de comida japonesa, apenas gosto, mas quando você come o primeiro do prato e tenta engolir sem sucesso o sushi, só um pensamento vem na cabeça: “Como seria bom um incêndio, aí eu poderia cuspir fora esse peixe com aspecto de lesma e correr para casa”.
Pois é, como diz aquele ditado, e me perdoem o linguajar, “Merdas Acontecem”, mas confesso que nesse caso o ditado deveria ser “Diarréias Acontecem”. Se aprendi uma coisa é a de não subestimar certos acontecimentos e aceitar aquele aviso vermelho de ALERTA que nosso cérebro às vezes nos envia. Vá para casa, troque sua roupa e se possível tome um banho com sal grosso e arruda para não levar o azar para o dia seguinte. Moral da história, melhor um entediado sortudo do que um animado em azarado.
A impressão produzida no olfato, mais conhecida como cheiro é um acontecimento que funciona como uma espécie de identidade e arquivo pessoal. Não importa onde estamos, e com quem estamos, o simples aroma daquele perfume tão conhecido pode nos deixar alerta para a possível presença de alguém, nos remeter a um determinado ponto do passado ou quem sabe aquele acontecimento que não sai da cabeça.
Esse assunto não me veio do nada, e para falar a verdade não tinha me dado conta dele por esse ponto de vista. Ao conversar com uma amiga sobre perfumes, acabei sendo indagado sobre quais eram meus perfumes, os que sempre utilizava, e que na opinião dela seriam minha identidade aromática. Nesse momento me dei conta de que não possuía uma, pelo menos não com esse objetivo.
Acho que cada um deve ter uma história particular sobre esse assunto que tanto mexe com nossos sentidos. Mas a questão aqui é outra, e consiste basicamente em uma pergunta: Qual é de fato minha identidade aromática? É uma questão filosófica que nos faz pensar e repensar cada fase de nossa vida em busca desse aroma perdido, numa tentativa de quem sabe encontrar uma parte de você mesmo.
Tudo vai ficando mais estranho quando me dou conta de que possuo em minha memória, um verdadeiro arquivo de aromas, e nenhum deles a meu respeito. Esse arquivo diz respeito a pessoas, lugares que passei, vivi ou mesmo situações que ocorreram na minha vida. Mas nada que eu possa usar como referência na minha busca por uma identidade própria quando o assunto é perfumes.
Talvez eu esteja sendo exigente em demasia querendo obter respostas acerca de um assunto do qual nunca dei muita importância, e que agora me veio à tona como numa espécie de obrigação cívica. Não me entendam mal, não vejo problema algum naquelas pessoas que possuem sua marca registrada, e até confesso que acho tudo isso muito atrativo. Apenas me pergunto se teria tal fragrância, e qual seria de fato a minha.

Nós homens estamos em crise, mas não uma crise de nervos ou mesmo econômica, estamos na verdade vivenciando uma crise de confiança em nós mesmos. Estamos cada vez mais preocupados em agradar as mulheres, e não me refiro à questão sexual apenas, mas também do ponto de vista intelectual.
Estamos vivendo como se estivéssemos numa espécie de competição, onde o adversário somos nós mesmos. Viramos nossos mais ferrenhos críticos, questionando e avaliando cada vez mais nosso desempenho. Estamos acuados pelo fantasma da expectativa de sermos no mínimo “bom” em todas as situações, não havendo espaço para o mais ou menos.
Tenho a impressão de que o homem moderno ainda não se acostumou com o crescimento social feminino, e isso vem causando sérias baixas no EGO masculino. Tem muito marmanjo agindo como se as mulheres ainda fossem submissas e tolerantes com nossas ações. Esse tipo de mulher já não existe mais como anteriormente, elas acordaram.
Essa situação varia muito de acordo com a faixa etária, mas homem algum, dos 20 aos 70, está imune. Eventualmente que existem aqueles indivíduos que se adaptaram melhor a todas as mudanças femininas, e dessa forma escaparam de se sentirem inferiorizados, ou mesmo cobrados por si próprios. Sem exigências nem cobranças de ambas as partes.
Essa é uma crise que está longe de ter um final satisfatório para muitos homens. Mas não estou dizendo que tudo deveria voltar como era anteriormente, não mesmo. A questão aqui é que as mulheres é que perceberam essa força de intimidação, e em muitos casos a utilizam sem nenhum remorso. Muitas se valem dessa situação como uma forma de controlar o homem.
Não estou querendo generalizar essa situação como se todos os casos fossem os mesmos. Não se pode negar essa mudança no comportamento de homens e mulheres, e os efeitos danosos para ambas as partes. Afinal, que mulher deseja um homem frustrado e com medo de decepcionar sua parceira, ou mesmo o homem que desejaria para si uma mulher exigente.
Agora quem diz “Não gostou, vai embora” são as mulheres, e o que se vê cada vez mais são homens demonstrando emoções e aquele lado sensível, que antes era atribuído somente as mulheres. Acho que essa seria uma boa forma para as mulheres obterem o melhor de seus homens, e dessa forma conseguirem o tão falado relacionamento perfeito.
Recentemente recebi um e-mail da minha amiga do blog Por Falar Disso, e achei que seria uma ótima idéia publicar aqui, pois tudo ali é muito interessante, e desmistifica algumas coisas sobre o universo masculino. Vale a pena conferir.
10 COISAS QUE A MULHER DEVE SABER SOBRE O CÉREBRO MASCULINO
As noções mais populares sobre o cérebro masculino vêm de pesquisas que analisam homens com idades entre 18 e 22 anos.
Então não é de se surpreender que os estudos digam que eles pensam mais sobre carros, cerveja e sexo. Mas o fato é que o cérebro do homem varia muito de acordo com sua idade.
Quer saber mais? Confira 10 coisas que uma mulher deve saber sobre o cérebro de um homem:
1. Meninos são mais emotivos:
Enquanto mulheres são consideradas mais sensíveis do que homens, meninos pequenos são considerados mais emotivos do que as meninas. De acordo com pesquisas não é que homens sejam menos sensíveis quando ficam adultos. Eles apenas aprendem a controlar melhor suas emoções. Segundo estudos, homens demonstram suas emoções até perceberem que os outros estão conscientes de suas reações. Após esse momento eles adotam uma expressão neutra e fingem que não estão nem aí. Isso por que, desde cedo, ensinamos aos meninos que “não é coisa de macho” se emocionar.
2. Homens são mais vulneráveis à solidão:
Homens não são tão extrovertidos quanto mulheres, o que agrava a sensação de solidão. De acordo com especialistas, viver com uma mulher pode ajudar bastante. Segundo estudos, homens que tem um relacionamento estável vivem mais, são mais saudáveis e menos ansiosos.
3. Eles se preocupam com as soluções e não com os problemas:
O mito é que as mulheres sentem mais compaixão do que os homens e se importam mais com problemas. A verdade é que, em vez de ficar se preocupando com o problema, o homem se concentra imediatamente na solução – o que dá a impressão que ele se importa menos. Então quando você e seu namorado estiverem perdidos na estrada e ele não quiser parar para pedir informações, saiba que é porque todo o cérebro dele está se esforçando para achar uma solução por conta própria.
4. Homens são “fabricados” para analisar as mulheres ao seu redor:
Talvez o cientista que descobriu esse fato tenha sido pego pela namorada enquanto olhava uma morena sambando no carnaval. O fato é que, segundo especialistas, por terem seis vezes mais testosterona no sangue do que as mulheres o controle dos impulsos naturais pelo cérebro masculino se torna mais difícil. Então a olhada que seu marido dá para a loira oxigenada que passou por perto não é de propósito – ele estaria no “piloto automático”.
5. Ciúmes:
Os homens, por questões evolutivas, têm uma necessidade de proteger suas parceiras. Enquanto mulheres sentem o ciúme possessivo o homem, mais frequentemente, parte para a violência com o adversário. Isso por que a área do cérebro que estimula essas reações em qualquer mamífero que seja macho é maior do que nas fêmeas.
6. Necessidade de um chefe:
Ou eles são os chefes ou precisam ter um. Estudos mostram que homens que estão em uma hierarquia instável e mal-estabelecida são mais ansiosos e agressivos. Aqueles que participam de organizações nas quais a hierarquia é bem definida, como no exército, têm níveis menores de testosterona e são menos agressivos entre si.
7. O cérebro masculino maduro:
Durante a evolução, machos mais novos se preocuparam em competir por status e por parceiras, enquanto homens mais velhos davam mais importância à comunidade e à cooperação. E isso acontece até hoje. Estudos psicológicos mostram que homens mais velhos são mais dependentes e se preocupam mais com questões sociais, além de trabalharem melhor em equipe.
8. Pai de primeira viagem:
Nos meses que antecedem o nascimento de um filho, o cérebro masculino se torna mais propício para raciocínios cooperativos. Até mesmo os hormônios mudam (a testosterona cai e a prolactina sobe) encorajando o comportamento paterno. Supõe-se que os responsáveis por isso sejam os feromônios de uma mulher grávida, que causariam essas mudanças em seu parceiro.
9. Brincadeiras paternas:
Os pais brincam com os filhos de forma diferente do que as mães. Os pais são mais espontâneos e cientistas acham que esse jeito especial faz com que os filhos tenham facilidade de aprendizado, sejam mais confiantes e mais preparados para o mundo, quando chegam à idade adulta.
10. Homens também querem casar:
A idéia dos solteirões inveterados pode ser um dos maiores mitos sobre a masculinidade. De acordo com estudos, os homens também querem achar a mulher ideal, casar, constituir família e serem felizes para sempre. Alguns homens, claro, têm problemas com o comprometimento, mas 60% da população masculina não teria esse problema (supostamente genético) e deseja se casar. E os que já casaram dizem estar felizes com a escolha e com a vida familiar.
Sempre estamos perdendo coisas que gostamos ou que precisamos, e não existe hora, lugar ou mesmo uma situação específica para acontecer. Quando menos esperamos lá estamos nós com a cabeça completamente tomada por um único pensamento, o de reaver aquilo que foi perdido.
Passamos e repassamos todos os passos mentalmente tentando imaginar onde podemos ter perdido aquilo que tanto queremos, ou precisamos, e em muitos casos nada de respostas. A ansiedade toma conta de nosso corpo, e naquele instante parece que tudo ao seu redor não tem mais importância.
Mas e se o que perdemos não for um objeto, um documento, ou mesmo as chaves do carro. E se o que perdemos for uma coisa mais difícil de reaver, como a confiança e a credibilidade de uma pessoa de que gostamos muito. Tudo que antes era apenas um simples problema se torna uma angústia e aflição para nós.
Deixa de ser aquela situação de sair olhando e procurando em todos os cantos da casa. Nesse momento começamos a passar e repassar cada momento das últimas horas, tentando imaginar onde tudo ocorreu, onde erramos, e mais precisamente, o que poderíamos ter feito para evitar tudo isso.
Além de achar as respostas para o acontecido, passamos a procurar uma solução para essa situação indesejada. Não são apenas as respostas para o ocorrido, mas também a busca por uma solução que te traga de volta a confiança e a credibilidade da pessoa que tanto gostamos. Tudo muito difícil, mas não impossível.
O problema agora é que, até encontrarmos as respostas para essas questões, passamos a conviver diariamente com o sentimento de perda. O mesmo sentimento que temos ao perder as chaves do carro, só que muito mais forte e intenso. A busca diária pelas respostas que procuramos se incorpora às atividades do dia.
Mesmo com a ansiedade da perda e a ânsia pelas respostas, gosto muito de pensar numa frase que realça bem o que sentimos: “A Verdade Liberta”. Liberta da ansiedade, da aflição e da angústia, te fazendo completo mais uma vez. Nada como recuperar aquele pedaço de você que até então era considerado falso e ruim.