sábado, 12 de junho de 2010

Uma Arma Silenciosa com Palavras.


O ser humanos é uma criatura fantástica e intrigante em muitos aspectos, e o seu comportamento sempre foi, e ainda é, alvo de inúmeros estudos. Como um simples Lobo, nunca fui um expert sobre essas questões, mas tento sempre que possível estar atento e observar o que acontece a minha volta, nem sempre acertando nas interpretações.

Uma coisa que sempre chamou minha atenção foi a facilidade como nós conseguimos machucar o outro quando queremos, e em muitos casos por motivos fúteis e sem a menor explicação. Pode ser para afastar uma pessoa, para terminar um relacionamento, por vingança, ou até mesmo por prazer.

Quando escrevi o post anterior, em algumas passagens me senti tentado a tocar nesse assunto, até mesmo porque o comportamento impulsivo que falei, muitas vezes levava uma das partes a assumir essa postura de revide, e consequentemente, de machucar o outro com palavras duras, de menosprezo e de humilhação.

Costumo pensar nesses casos como uma espécie de anulação direta da outra pessoa, colocando-a numa situação embaraçosa e de inferioridade. Não é preciso ser um Doutor em Psicologia para saber o que somos capazes de fazer, de causar, sem a menor aparência de arrependimento.

Ninguém está livre desse mal, e aposto que cada um tem pelo menos uma história onde se sentiu humilhado ou rebaixado. Se tal ação é capaz de causar coisas como separações, disputas, brigas, abatimento físico e moral, sem falar nos conflitos armados, me pergunto porque ainda fazemos isso uns aos outros.

Cada um pode tirar suas próprias conclusões, e tenho certeza que as opiniões variam muito. Ser testemunha de um acontecimento desses, principalmente quando você não está esperando que ele aconteça, te faz sentir como se o chão de repente abrisse sobre seus pés. E nessa hora, apenas perguntamos "Porque".

sábado, 5 de junho de 2010

Fala, que Eu não te Entendo !!!



Uma das coisas que mais me deixava louco da vida quando estava compromissado eram aqueles tipos de discussão que começavam do nada, apenas por uma ou duas palavras mal entendidas. Era o tipo de situação que ia do 0 a 100 e menos de 5 segundos, e a culpa ainda seria minha. Sem direito a argumentos, defesa ou apelação, de nada adiantaria, e só o fato de tentar uma dessas ações seria o mesmo que jogar álcool no fogo.

Não estou exagerando, pode ter certeza que aproximadamente 100% dos homens já passaram por uma dessas. As sensações de incapacidade e incredulidade podem ser comparadas a estar vendo na sua frente um alienígena, um fantasma, ou mesmo o capeta em pessoa. Você se belisca e se pergunta coisas como “O que”, “Onde”, “Como” e “Porque”. E nem pense em perguntar se ela está menstruada, é o mesmo que brincar com nitroglicerina.

Geralmente você sabe que está numa dessas situações quando ela para e fala repentinamente: “O que você está querendo dizendo com isso?” “Como, não entendi, você Poe repetir?” “Como assim?” “O que você está sugerindo com isso?”. O que eu gostaria de dizer para quem está numa dessas é: Corra, fuja, vá para as montanhas, entre nas cavernas e espere o 21/12/2012. O problema é que não existem argumentos que evitem pelo menos 10 minutos de bate boca, o que é uma verdadeira eternidade.

Vamos a alguns exemplos:
1.Você fala de um cheiro estranho e ela logo diz “Você está insinuando que esse cheiro sou eu?”. (BRIGA)
2. Você brinca, sem maldade, com qualquer coisa dela ou que ela esteja fazendo e ela diz “Como assim?” (PORRADA).
3. Ela pergunta como você está sabendo sobre algo e na brincadeira você responde “6º sentido”, e ela vem com um “ O que você quer dizer com isso?”. (BRONCA).
4. Falar de um determinado jeito ou ação dela pode terminar com um “Porque você está falando isso?”. (RINHA DE GALO).

Não sei se é uma questão NATURAL, HORMONAL, PARANORMAL ou EXTRA-SENSORIAL, apenas sei que é um fato e que não acontece somente comigo, porque se esse fosse o caso eu ficava caladinho. Mas não é, e mais uma vez fica mais esse mistério sobre o comportamento feminino. Sou adepto da conversa franca e aberta, mas nesses casos parece que existe uma força maior que conversar só piora as coisas. É como se você estivesse num programa de televisão cujo nome fosse “Fala, que eu não entendo”.



terça-feira, 1 de junho de 2010

Cobranças, Cobranças e Cobranças.



Estava me ocorrendo esses pensamentos que temos no decorrer do dia, e um em particular não saiu de minha cabeça "Cobranças". Cobranças para ser melhor, para ganhar mais, para deixar um vício de lado, para conseguir algo almejado. O fato é que sempre depois que uma coisa boa acontece, sempre vem a cobrança para que aquilo se repita, mas se repita de uma forma melhor do que a anterior.

Não é muito difícil achar casos como esse que mencionei, e um bem comum que acontece muito é quando vemos um filme e esperamos uma continuação melhor do que a primeira. Mas se levarmos para a área dos relacionamentos humanos, essa questão da cobrança, que pode ser pessoal, ou não, toma outro rumo. E quando falo de rumos, faria uma ressalva dizendo que eles podem ter sérias consequências.

As cobranças de uma pessoa podem vir a ser o fim de muitas situações, relacionamentos, empregos e amizades. è importante destacar como muitas dessas pessoas nem mesmo tem a noção de que está sendo chata, inconveniente e estragando uma relação, como um casamento, um noivado ou namoro, do de sempre. Então fica a pergunta, se muitas pessoas sabem disso, como não conseguem evitar o pior?

Falo muito em conversa, e em linguagem diferentes, muitas vezes falando sério e em outras apenas fazendo uma brincadeira entre homens e mulheres. Mas vamos aos fatos, afinal depois de dez minutos de conversa, diga-se, discussão, é bem provável que o assunto inicial nem mesmo esteja sendo debatido. E é exatamente nessas horas que tudo vai pro Brejo, e não me refiro a Vaca.

Não sou um expert nesse assunto, e diria até que sou uma vítima de minhas cobranças, das interpretações antecipadas, e principalmente da falta de uma conversa esclarecedora. Uma palavra dita daquele jeito, com aquela intonação, e pronto todos aos postos de batalha. Afinal, até onde a cobrança pode ser boa, até onde ela pode ser discutida e esclarecida. Podemos mudar esse quadro?

sábado, 29 de maio de 2010

Um Lobo numa Armadilha



A maioria dos meus leitores não tem a mais vaga idéia de como vim parar aqui nesse Blog, e os reais motivos do que escrevo. Para falar a verdade, não tinha o menor interesse em escrever na internet, pensamentos, ou seja lá o que fosse, apenas gostava, e gosto de escrever e essa era a idéia. Mas foi quando, ao procurar informações para uma personagem de uma história que pretendia escrever que conheci a verdadeira pessoa que acabou me incentivando a criar esse blog, ao qual vos escrevo semanalmente.

Inicialmente não tinha a menor idéia sobre o que escrever, e tudo parecia ser um cópia do que já existe pela internet. Até mesmo o nome "Lobo Solitário" já existia, e acabou virando "LoboSolitário.com", com textos falando do cotidiano de uma cara de seus trinta e poucos anos. Essa pessoa, a tal que me incentivou a criar esse espaço, acabou virando uma referência em questão de blog, e em pouco tempo estávamos conversando semanalmente pelo msn, e nos conhecendo cada dia um pouco mais. Foi aí que o Lobo caiu.

Estava comentando um post de um outro Blog que sigo, do qual a dona falava sobre a internet, sobre as suas formas de relação, e mencionava um post meu, ao qual eu chamei "Bem Vindo a Matrix". Comentários a parte, posso dizer que me senti feliz pela referência ao meu post, mas ao mesmo tempo percebi que estava preso, preso ao principal motivo que me fez escrever aqui. Eu tinha quebrado a minha regra nº 1 de não me envolver com ninguém, muito menos com a pessoa que me deu a idéia do blog, e que agora eu conhecia mais do que pretendia.

Como então eu deveria agir de agora em diante? A questão principal, do meu envolvimento já era um fato, e com relação a isso nada poderia fazer, a não ser levar adiante o sentimento, como uma espécie de doença na qual todos os dias vc precisa se vacinar. Durante nossas conversas pela madrugada, inclusive no Skype, fomos nos tornando mais cúmplices dos gostos, das fantasias e do estilo de vida. Quando vi, e me dei conta da realidade, já havia pisado na armadilha, e estava preso numa situação que não havia previsto.

Além da distância que nos separa, existem também outras barreiras que que nos separam, e com relação a essas nada posso fazer. Não sei se sou o macho Beta que mencionei num de meus posts, mas a questão primordial aqui foi a de expor esse sentimento, e tentar sair um pouco dessa armadilha ao qual me encontro. Acredito que, mesmo preso fisicamente, nada deve ser mais angustiante do que ser um preso de vc mesmo, e principalmente do que vc sente. Sei disso muito bem, pois fui um exemplo do que é ser preso de mim mesmo durante quase 13 anos.

Desde então, venho regulando esses sentimentos, e doutrinando minha vontades de uma forma que nunca mais venha a ser um preso dentro de mim. Tinha que expor, e dizer o "dane-se" para o que fosse escutar, ou melhor, ler. Não sei o que vai ser agora, afinal posso estar ferido, mas não fora de combate, e muito menos desistindo no primeiro tombo. A idéia aqui, como sempre faço, de deixar uma dica, é a de não se boicotar, e de pelo menos tentar lutar pela causa que acredita. E no final, se ela for inalcançável, pelo menos poderei dizer que tentei, e que não desisti ao primeiro obstáculo.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Linguagem Masculina X Linguagem Feminina



Mais uma vez, estava eu em uma dessas minhas jornadas etílicas com amigos e amigas, quando me vi dentro de uma linguagem cifrada, daquelas que só nós homens falamos, e cujo o assunto não poderia ser interceptado pelas amigas, ou namoradas, alí presentes. Era um tal de terreno bom para lá, terreno largo para cá, boa área de laser, boa profundidade e uma área de fundo tão boa quanto a frente do terreno. Para ser mais claro, resolvi diminuir o grau do código para uma maior entendimento por todos.

Isso me fez lembrar da Segunda Guerra, e da máquina "Enigma", utilizada tanto para criptografar como para descriptografar mensagens secretas e a sua fama vem de ter sido adaptada pela maior parte das forças militares alemãs a partir de cerca de 1930. Felizmente, para os aliados, o código da "Enigma" foi decifrado, sem que os alemães percebessem, e de uma forma indireta, foi responsável pelo fim da Segunda Guerra Mundial pelo menos um ano antes do que seria de prever. (Fonte: Wikipédia)

Mas não vim aqui para falar de fatos históricos, e sim de assuntos corriqueiros, e que muitas vezes passam desapercebidos tanto por homens, como por mulheres, afinal, ambos possuem suas linguagens criptografadas únicas. Em alguns casos, dependendo do contexto, e do grau de complexidade que os envolvidos na conversa (homens ou mulheres) algo pode vir a ser descoberto, ou decodificado, e aí lá se vai todo o propósito do código, o que geralmente gera uma certa confusão.

Nesse caso, não poderia deixar de mencionar as diferenças linguísticas existentes entre homens e mulheres, que começa bem cedo, quando ainda éramos meninos e meninas. Como muitos sabem, as meninas são geralmente mais precoces do que os meninos, e nesse aspecto acabam por desenvolver uma certa vantagem sobre os homens, quando o assunto e fluência, ou seja, falar, falar e falar. Já nós homens somos mais propensos a gagueiras e dificuldades para escrever (escritores que me perdoem).

Bom, não sou nenhum especialista em linguística, e muito menos desejo fazer um estudo mais elaborado sobre esse tema. A questão aqui é bem clara e sem nenhuma prolixidade. Até onde estamos conseguindo driblar e entender os códigos uns dos outros? Onde e quando surgiu a necessidade desse codificação toda? Podemos, homens e mulheres, viver sem o código cifrado das conversas? Essas meus amigos, são perguntas que sinceramente não tenho como responder, e me questiono sobre quais seriam as respostas.

sábado, 22 de maio de 2010

Finalmente Amparados pela Lei


Recentemente, foi aprovado na Câmara dos Deputados e posteriormente no Senado o primeiro código de defesa dos homens. A Presidência da República sancionou esse importante código que tem a única e primordial função de criar um instrumento legal que possa ser usado sem restrição por todos os homens no território Nacional, maiores de 18 anos. Eis o texto:


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 25648214, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 13.129, de 18 de Maio de 2010, e na Lei n° 666, de 30 de Fevereiro de 2010,

DECRETA:

Capítulo I - Dos Princípios Fundamentais dos Homens

Artigo 1º - Não ter nenhum princípio;
Artigo 2º - Homem não trai, distrai-se;
Artigo 3º - Nunca se deve bater em uma mulher - ela pode se apaixonar;
Artigo 4º - O que é bom a gente 'cata' e mostra; o que é ruim a gente só
não mostra;
Artigo 5º - Usar sempre as velhas desculpas:
a) Mas eu te amo;
b) Não vai doer nada;
c) Nunca vou te deixar;
d) Eu estava bêbado;
e) Eu posso explicar...
f) Vou comprar cigarro e já volto;
g) Você é a única na minha vida;
h) Você vai acreditar na sua amiga ou em mim?
Artigo 6º - Homem não mente - omite;
Artigo 7º - Homem não se arrepende - se diverte com o fatídico;
Artigo 8º - Nunca deixar os amigos porque sua namorada está chamando;
Artigo 9º - Mesmo se for pego em flagrante, negue tudo até ela acreditar;
Artigo 10º - Em casos de 'extrema necessidade', prometa tudo, pois elas
sempre acabam cedendo.
Artigo 11º - Seja prevenido - leve camisinha até para velório - mulheres são geralmente frágeis e sentimentais.
Artigo 12º - Não perdoe - vingue-se.

Capítulo II - Das Considerações e Desconsiderações

Artigo 13º - Homem não tem amigas, apenas as 'considera' um pouquinho mais.
Parágrafo único - A alegação de afinidades entre os dois poderá ser usada
como método de convencimento para possível relacionamento sexual.
Artigo 14º - Considera-se incluída na contagem geral a mesma mulher que, porventura, o homem tenha ficado numa única noite;
Artigo 15º - Para o disposto nesta Lei, não se considera como mulher para você:
a) Sua mãe;
b) Mãe de seus amigos - salvo se for do tipo 'coroa enxuta';
c) Sua irmã;
Parágrafo único - Prima não é parente!!!


Capítulo III - Das Classes e Classificações

Artigo 17º - Os Homens só saem com 3 (três) tipos de mulher:
a) As nacionais;
b) As estrangeiras;
c) As extraterrestres.


Capítulo IV - Das Cachaças e das Biritas
Artigo 18º - Homens não tomam uma, quem toma uma é BICHA;
Artigo 19º - É vedada toda e qualquer recriminação à barriga de cerveja do homem;
Artigo 20º - Tudo é licito quando se está embriagado;
Artigo 21º - Nunca deixe de beber com os outros amigos por causa de mulher. (Vide Artigo 8º)



Capítulo V - Das Bozengas e Mocréias
Artigo 22º - Causas excludentes de anti-juridicidade:
a) Elevado grau alcoólico;
b) Ambiente favorável;
c) Bestialidade absoluta do ser;
Artigo 23º - Considera-se induzimento a erro essencial, aquele que, para satisfazer interesses escusos, induzir amigo a agarrar alguma dessas criaturas (bozengas ou mocréias);
Parágrafo único - O agente passivo está isento de culpa ou dolo.


Disposições finais
Artigo 24º - Vetado (VOCÊ ACHA QUE IA TER ARTIGO 24?)


Pois é, agora estamos completamente amparados pela Lei Federal, que de uma vez por todas pôs um fim em muitas polêmicas e injúrias que eram faladas a respeito do sexo masculino. Como pode ser lido nos artigos acima, não existe nenhum absurdo, e tudo é mais do que justificável. Finalmente poderemos apelar para a justiça, que é cega, surda e louca.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Fantasia ou Sonho de Consumo?


Mais uma vez, estava eu coletando conversas com amigos, e eis que aparece um assunto bem interessante e polêmico para homens e mulheres. Na verdade estávamos falando dos desejos masculinos, o que de uma forma indireta afeta todo o universo feminino também. Se formos perguntar para um homem, a maioria deles, sobre qual seria a maior fantasia a ser realizada, mais de 50%, e estou sendo conservador, diriam ir para cama com duas mulheres.

Duas mulheres? Vamos começar a dissecar o assunto. Acredito que a maioria das mulheres devem estar no mínimo indignadas com essas palavras. Mas vamos ser imparciais e tentar colocar esse assunto pelos dois lados da história. Todo homem, negue ou não, quer, ou pelo menos já pensou em querer, ter duas mulheres na cama, e realizar essa fantasia, digamos exótica. A questão aqui é bem simples: Onde achar essas duas mulheres, e se de fato nós homens daríamos conta delas.

Bom, fatos são fatos, e essa é uma vontade de quase toda macharia, mesmo que seja só da boca para fora, pois nesse quesito, nós homens gostamos muito de contar vantagem. Mas fica uma dúvida no ar. Seriam as histórias a esse respeito todas inventadas? Haveriam de fato mulheres dispostas a tal fantasia masculina? E nesse caso me refiro às comprometidas também. São perguntas que ficam no ar, pois as possibilidades existem e as histórias não param.

Agora vamos colocar essa questão sobre outro ponto de vista, e bem polêmico, diga-se de passagem. E se invertêssemos as histórias e fossem as mulheres que desejassem dois homens na cama? Nossa, agora o bicho pegou de vez. Para toda a comunidade masculina, na sua maioria, só pode haver um pinto no galinheiro, e dois é motivo de guerra, ou no mínimo sujeito a sanções da ONU. Afinal, rinha de galo só levando ao pé da letra.

Então, levando em conta esses dois aspectos mostrados, e considerando que cada casal tem sua química e fantasias a parte, pergunto: Como entrar num acordo sobre esse assunto? É fato que vivemos em uma sociedade bem enrustida, onde algumas conversas ou assuntos só são tratados a sete chaves. Mas colocando as chaves e fechaduras de lado, ainda temos uma questão que muitos teimam em não falar, mas que de uma forma ou de outra existe.

Segundo a Wikipédia, a palavra certa para isso é "Ménage à trois" ou simplesmente "ménage". E não para por aí, vejam as classificações:
* MMF : Dois homens e uma mulher com bissexualidade masculina;
* FFM : Duas mulheres e um homem com bissexualidade feminina;
* MFM : Dois homens e uma mulher sem bissexualidade;
* FMF : Duas mulheres e um homem sem bissexualidade;
* MMM : Três homens em ato homossexual;
* FFF : Três mulheres em ato homossexual.

Agora, depois de esclarecido algumas dúvidas, fica uma pergunta: Até onde vai de fato as fantasia masculina e feminina sobre esse assunto? Será que nós homens estamos de fato querendo duas mulheres? Estão as mulheres de fato querendo dois homens? Com certeza as respostas serão as mais variadas, e imagino até quem responderá de uma jeito pensando em outro. Mas a questão aqui é outra. Até onde vai a disposição de um para satisfazer a desejo do outro?